Lovi, da primeira conversa aos usuários beta em uma semana


- 8hde consultoria, remota
- 48haté o primeiro mockup funcional
- 1 semanaaté uma versão nas mãos dos usuários beta
- Diáriosciclos de iteração com o consultor


- Estratégia e definição de MVP
- Melhoria do processo de desenvolvimento
Neste case
Luciano Loffi, CEO da Operand, tinha projetos para construir e meses de cursos já feitos que nunca lhe deram o caminho das pedras para construir um produto com agentes de IA. Contratou um pacote de consultoria de oito horas com a Holybiz, remoto. Nessas horas, Janderson percorreu com ele o processo inteiro de construção agêntica de produto e depois revisou o trabalho em ciclos diários. Quarenta e oito horas depois da primeira conversa, o Lovi, um aplicativo de relacionamento geolocalizado para a região dele, tinha o primeiro mockup funcional. Uma semana depois, usuários beta estavam passando pelo onboarding e o primeiro feedback já tinha chegado.
O contexto
Luciano e Janderson já tinham trabalhado juntos anos antes, em 2015 e 2016, enquanto a Operand era remodelada e recriada. Janderson era o consultor dele na época, em construção de produto, experiência do usuário e validação de produto. Foi a essa relação que ele voltou.
Desta vez a pergunta era outra. Ele tinha projetos para construir e queria construí-los do jeito agêntico: agentes de IA fazendo a maior parte do trabalho, dentro de um processo estruturado, em vez de um improvisado. Tinha passado meses em cursos e especializações para chegar lá. Nenhum deles deu uma resposta clara, o caminho das pedras de uma ideia até algo que um usuário pudesse abrir. Ele procurou a Holybiz porque sabia que esse caminho é o que nós praticamos.
O empreendedor
Luciano Loffi vive e trabalha em Joinville, Santa Catarina. É CEO da Operand desde 2009: um sistema de gestão para agências de marketing, feito para fazer a operação de uma agência render, que atende mais de 1.300 clientes em todo o Brasil, segundo o próprio perfil dele. Em 2024 fundou a Hype Social. Antes da Operand, foi diretor da Falcan Marketing Estratégico, de 2006 a 2012. São mais de vinte anos em marketing e tecnologia, e as competências que ele lista primeiro são business intelligence, experiência do usuário e gestão de projetos.
Esse é o contexto que importa para esta página. Ele não precisava que alguém explicasse o que é um produto, nem como tocar um. Precisava do caminho para construir o próximo de um jeito diferente.
O desafio
O projeto era o Lovi: um aplicativo de relacionamento geolocalizado para a região dele, com um diferencial próprio. Qual é esse diferencial é Luciano quem conta, e não está nesta página.
A parte difícil nunca foi a ideia. Foi o caminho. Quais ferramentas, em que ordem. Que processo transforma uma intenção em uma tela que alguém consegue usar, e mantém a experiência e a interface em um padrão quando são os agentes que escrevem a maior parte. Como colocar a coisa nas mãos das pessoas rápido o suficiente para aprender com elas, e não com mais um curso. Luciano tinha o julgamento de produto e uma empresa rodando. Faltava a prática.
O que a Holybiz trouxe
Um pacote de consultoria de oito horas, remoto do começo ao fim. Dentro dessas horas, Janderson sentou com Luciano e percorreu o processo inteiro de construir um produto com agentes: as ferramentas, as metodologias, o processo da ideia até uma versão testável, e a prática de UX e UI que vem junto. Depois disso, reuniões pontuais, conforme o protótipo evoluía e pedia uma decisão.
Duas das práticas da nossa página de serviços fizeram o trabalho aqui, e vale nomeá-las do jeito que aquela página nomeia. Estratégia e definição de MVP: o que a primeira versão precisa provar, o que ela pode deixar de fora e como validá-la com usuários reais antes que o orçamento acabe. Melhoria do processo de desenvolvimento: o ritmo de entrega, e como agentes de IA entram no fluxo sem quebrar a qualidade. No Lovi, essas duas não foram entregas separadas. Foram a mesma semana.
O que a Holybiz não fez: construir o app. As mãos no Lovi eram as de Luciano. O que veio do nosso lado foi o caminho, a revisão de cada ciclo e as perguntas de produto que um caminho sozinho não faz.
O próprio consultor constrói desse jeito. Durante o earnout que fechou a saída dele da Sizebay, a empresa que ele cofundou e levou a três continentes, a onda da IA chegou e ele remodelou o time, o produto e a direção daquela empresa em torno dela. Desde então, vem construindo empresas operadas por times de agentes, entre elas a Komploop e a própria Holybiz.
Como o trabalho aconteceu
A primeira conversa definiu o processo. Quarenta e oito horas depois, o Lovi tinha seu primeiro mockup funcional.
Dali em diante o ritmo foi diário. Luciano compartilhava o que tinha mudado. Janderson validava a interface e a experiência, ajudava a definir o processo enquanto ele tomava forma e sugeria o que corrigir na usabilidade, com quais ferramentas publicar e o que um primeiro usuário sentiria. Cada ciclo fechava com uma decisão e uma mudança.
No fim da semana havia uma versão que os usuários beta podiam testar. Eles receberam, percorreram e o primeiro feedback voltou. Os primeiros ciclos de ajuste começaram em cima desse feedback. Tudo remoto.
Nenhum desses ciclos foi só sobre a construção. A prototipagem andou junto com o negócio: como o Lovi ganharia dinheiro, quais funcionalidades o diferenciariam, o que o primeiro usuário precisava ver.
Enquanto estamos prototipando, já estamos discutindo o negócio: como ele ganha dinheiro, o que o diferencia, o que o primeiro usuário precisa ver. Nunca é só o lado técnico.
O resultado
Em uma semana, o Lovi estava usável e funcional o bastante para os primeiros usuários passarem pelo onboarding e navegarem pelo app. Não foi lançado e não foi provado em um mercado. Era testável, que é para isso que serve uma primeira semana.
A estimativa de Janderson para o caminho convencional de um projeto como este, da ideação à validação com usuários reais, é de cerca de três meses. O que foi medido é o calendário: uma conversa, um mockup em 48 horas, usuários beta em uma semana.
O que Luciano levou não foi a velocidade. Foi o caminho das pedras, aquele que meses de cursos não tinham dado, entregue em horas. E foi o método que fica: o processo, os conceitos e os aprendizados que ele guarda para os projetos com que chegou.
Duas coisas distinguem este trabalho, e são o que levaríamos para o próximo. Prototipagem e validação rápidas: uma versão na frente de pessoas reais em dias, para que o aprendizado venha delas. E um empreendedor que constrói produtos orientando um empreendedor que constrói produtos, para que, enquanto as telas ainda são baratas de mudar, a conversa já seja sobre negócio, monetização e as funcionalidades que tornam o produto diferente, não só o lado técnico.
Evidências
A evidência deste case é a própria versão construída: as telas que os usuários beta receberam uma semana depois da primeira conversa, tiradas do app e não montadas para esta página. As telas abaixo são essas, apenas colocadas numa moldura de celular.



Nas palavras de Luciano
Depois de muito tempo e dinheiro gastos em cursos e workshops, avancei em horas o que vinha levando meses para entender. A metodologia, o formato e o conhecimento de produto vieram de um empreendedor que constrói produtos para um empreendedor que constrói produtos. Isso faz toda a diferença: alguém que entende de produto e de mercado e que, enquanto prototipávamos, já estava discutindo ideias de negócio, monetização e as funcionalidades que diferenciam o produto. Nunca foi só o lado técnico.
Luciano LoffiCEO da Operand, fundador da Hype SocialUm primeiro mockup funcional 48 horas depois da primeira conversa, porque essa conversa definiu o processo antes de a construção começar.
Ciclos diários, cada um revisado em interface e experiência, colocaram o feedback na frente de quem construía enquanto mudar ainda era barato.
Meses de cursos não deram o caminho das pedras. Oito horas percorrendo esse caminho, com quem o percorre todo dia, deram.
Protótipo e negócio na mesma conversa: monetização e diferenciação se decidem enquanto as telas ainda são fáceis de mover.
O que fica depois do trabalho é o método. O próximo projeto parte dele, não de mais um curso.

