“Opinião: O que faz as empresas investirem em lojas virtuais?”

Esta é escrita por Janderson, não sobre ele. Coluna de opinião em um dos jornais mais tradicionais do estado, fundado em 1923, argumentando por que as empresas estavam indo para as lojas virtuais e o que estavam subestimando nisso.
O que a coluna defende
É a peça mais antiga desta página e a única escrita na voz dele. Em 2015 o jornal pediu a Janderson uma coluna para o espaço de economia sobre por que lojas e empreendedores estavam migrando para a internet. Ele usou o espaço para dizer que a maioria estava fazendo isso mal.
O texto abre pela conta daquele ano: a economia brasileira em recessão, o comércio eletrônico crescendo em média 25% ao ano, um verdadeiro oásis para quem tinha algo para vender. Depois o texto se volta contra a corrida. Pelo menos 70% de quem se aventurava a criar uma loja virtual estava vagando sem direção, ludibriado pela miragem dos números promissores do mercado e pela facilidade e pelo baixo custo de publicar um site.
Na esperança ou desespero para alcançar a “terra prometida”, pelo menos 70% dos que se aventuraram em criar uma loja virtual estão vagando sem direção no deserto online.
O diagnóstico dele não é técnico. A empolgação, argumenta, faz o empreendedor ver a internet como um mundo paralelo, onde os princípios básicos da economia e da administração não se aplicam: um ambiente mágico de fadas e gifs animados em que bastaria publicar a loja para que milhões de pessoas começassem a clicar e comprar. Abandonar a realidade é a expressão que ele usa, e é isso que ele chama de principal erro.
O conselho é a parte que não envelheceu. Planeje a jornada a partir dos recursos escassos que você realmente tem. Risque no mapa o território e os clientes que pretende convencer, e mantenha com eles uma comunicação contínua. Use os dados gerados nessa interação como bússola. Ajuste o negócio sem parar, para que ele continue fazendo sentido para esses clientes. E, sobretudo, crie uma proposta de valor única, clara e relevante, ou um comparador de preços vai colocar você ao lado de tudo o que parece igual.
Onze anos depois as ferramentas mudaram e o erro não. Hoje o stack é de agentes em vez de carrinho de compras, e o erro continua sendo comprar a ferramenta antes de decidir para quem o negócio existe.
Saiu impressa, então não há link. A fotografia acima é a página como ela circulou, com a assinatura dele sob o título de consultor de negócios digitais do Sebrae. A coluna foi escrita em português, e o trecho citado aqui está nas palavras originais dele.

“IA promete a consumidores um guarda-roupa inteligente”
O Valor Econômico sobre a chegada da IA ao guarda-roupa, com Janderson entre as vozes entrevistadas. Ele é citado sobre a virada de recomendar um tamanho para ajudar alguém a se vestir, e sobre o que uma empresa deve a quem entrega a própria foto.

“Sizebay: provador virtual cresce mais de 40% na Europa com tecnologia made in Brazil”
A empresa informa crescimento de 41% na receita da Europa e 35% no Brasil no ano, 65 países e 1.200 lojas virtuais, com a nova plataforma de personalização por IA em cerca de 20% da nova receita recorrente do trimestre. Janderson é citado como cofundador. Os números são os declarados pela empresa, conforme publicado.

“Sizebay lança soluções com IA para lojas de moda no Fórum ECBR 2025”
O trabalho de produto da era da IA vira público: o Fashion Hub, que junta IA generativa e dados de comportamento do consumidor para hiperpersonalização, e o Size & Fit, apresentados no Fórum E-Commerce Brasil 2025. É o capítulo de produto que Janderson liderou durante o earnout, contado pela imprensa especializada.

