“A Sizebay criou um “provador” virtual para os e-commerces de moda, aumentando as chances de vendas”

Perfil longo do projeto editorial brasileiro dedicado à nova economia: o produto, o modelo de negócio e os números de crescimento, desde a primeira versão em 2015.
O que a matéria traz
Assinada por Marília Marasciulo, e com a nota da própria publicação de que a reportagem saiu originalmente em maio de 2019, antes de ser republicada. É a única peça desta página que trata a empresa como estudo de caso em vez de notícia, e é por isso que é a primeira a ler se você for ler só uma.
Ela começa pelos números que fizeram o problema valer uma empresa. Cita uma pesquisa da rede social de moda byMK que coloca em 37% a fatia de consumidores que desistem de fechar o pedido por dúvidas sobre o caimento da peça ou por não conhecerem as próprias medidas, e dados do Buscapé que colocam em 56% os que se sentem desconfortáveis por não poder ver e experimentar o produto antes de comprar.
Depois os fundadores, os três nomeados: Janderson, Marcelo Motta Bastos e Patricia de Castro Araujo, os dois últimos descritos como especialista em gestão e gerente de projetos. A parte de Patricia no trabalho está nesta matéria e em quase nenhuma outra. Ela foi a campo com fita métrica para entender como o corpo das pessoas é de verdade, e trabalhou no algoritmo enquanto os outros dois ainda estavam divididos com o trabalho oficial.
A melhor coisa do perfil é que ele conta o erro. A primeira versão do produto tinha sido construída em excesso, e é ele mesmo quem diz:
O problema é que fizemos um design grandioso logo de cara, com uma arquitetura de informação complicada, que pesava o produto final.
É importante pensar gigante, mas fazer pequeno, pelo menos no começo.
O que resolveu foi fazer o caminho inverso de propósito, enxugando o produto e tirando dele todos os penduricalhos. As primeiras vendas tinham sido animadoras e enganosas, o que ele resume melhor do que a gente resumiria: vender para early adopter é fácil, disse ao veículo, porque eles são mais malucos que você.
A matéria então credita a virada a um programa, e não a um gênio. Pelo Startup SC, eles percorriam todo fim de semana os 180 quilômetros entre Joinville e Florianópolis para mentorias e workshops. No fim do programa o produto estava sólido, as vendas outbound estruturadas, e 2018 foi o ano de maior crescimento da empresa até então.
E os números que ela imprime são modestos, o que é justamente o ponto. Cerca de 150 clientes, investimento inicial estimado em R$ 200 mil, faturamento de cerca de R$ 720 mil em 2018, diante de uma líder de mercado americana muitas vezes maior. A matéria diz isso e imprime os números de qualquer forma. É o único documento público desta empresa no tamanho em que a maioria dos pequenos negócios realmente está.
O último argumento dela é o que menos se traduz e mais importa. O mercado de moda brasileiro é bastante desestruturado e varia muito de marca para marca, e os concorrentes estrangeiros que chegavam com um jeito único de fazer as coisas não emplacavam, porque, como ele diz ao veículo, brasileiro gosta muito de personalização. Leia a matéria inteira como a versão longa de uma regra pela qual a gente ainda trabalha: pensar gigante, mas fazer pequeno.

“JOINVILLE É: conectada com o mundo”
Reportagem sobre empresas de Joinville que operam no mundo todo. A Sizebay é um dos casos que o jornal usa para contar essa história.

“Provadores virtuais da Sizebay impulsionam as vendas de moda online”
O veículo britânico do setor de marketplaces cobre a Sizebay para um público internacional de vendedores. Cobertura internacional, originalmente em inglês.

“Ferramenta de IA Sizebay quer impulsionar as vendas de moda online”
A imprensa europeia de e-commerce apresenta a Sizebay como uma ferramenta de IA entrando no mercado europeu. Cobertura internacional, originalmente em inglês.

